Mais de Escobar

 

Eu estava aqui pensando em como terminar a série do Escobar, mas aparentemente as pessoas estão curtindo. Sim, elas entram em contato para falar sobre Escobar. De nada adiantou ter tirado a caixa de comentários. Desde que comecei essa série, recebo emails de pessoas de todo o Brasil que se encantaram com ele. Querem mais. Então vamos lá. Mais alguns dias de Escobar. Temos aqui duas que ele odeia.

 

Desta ele não gosta porque... Bem, você gostaria de uma foto sua nessa situação?

 

Desta ele não gosta porque acha que nenhum gato de respeito permitiria que o fotografassem assim. Ou melhor, um gato de respeito nem deixaria que alguém o segurasse assim.



Escrito por Índigo às 11h25
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A origem das fotos de Escobar

 

 
A dona de Escobar tinha um senso estético muito particular. E também era uma pessoa bastante criativa.
Quando ela encontrava uma foto como essa aqui, logo tinha idéias. “Hum... gatinhos comestíveis!”

Então ela ia correndo atrás de Escobar para fazer sua própria versão.



Escrito por Índigo às 10h25
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A transformação de Escobar


 

Quando filhotinho, Escobar se parecia muito com a mãe. Tinha o mesmo jeitinho.

 

Mas conforme foi crescendo, os genes de Ramirez começaram a se manifestar.



Escrito por Índigo às 10h13
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Intervalo comercial


Dentro de alguns dias Cristiane Lisboa vai lançar seu muito esperado Sylvia não sabe dançar.

O livro tem até hotsite. Coisa mais chique! Clique e confira.
Eu já estava curiosa sobre esse livro, agora então! Em breve...



Escrito por Índigo às 17h23
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As origens de Escobar

 

Sua mãe era uma gata aristocrática como poucas. Foi criada por uma solteirona que não teve filhos, nem sobrinhos, nem netos. Dadas as circunstâncias, a mãe de Escobar nunca teve oportunidades de vivenciar sua natureza felina.

 


Chiquitita, mãe de Escobar

 

Ela teve um único encontro romântico na vida, durante seu único cio. Sua sorte foi que ela agiu rápido. Rasgou as roupas, pulou o muro e fugiu com Ramirez, o primeiro gato que encontrou pela frente.

 


Ramirez, pai de Escobar



Escrito por Índigo às 10h00
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Escobar e as gatas


Escobar também passou a ser assediado por todo tipo de gata. Elas mandavam fotos por email.

Tinha as românticas...


As poderosas...

 

E umas que não dava pra acreditar



Escrito por Índigo às 10h23
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Os novos amigos de Escobar


Depois que Escobar foi capa da Bad Cat, suas amizades mudaram. Ele começou a atrair uns tipos bem modernos.

 
Vincent

 


Melvin

 


Funky J.



Escrito por Índigo às 09h22
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A estética de Escobar

 

Certo dia a dona de Escobar resolveu dar uma colher de chá pro coitado. Ela tinha contatos e sabia que, no fundo, Escobar levava jeito pra coisa.

“Escobar, baby, hoje vamos pro estúdio. Você vai ser capa de uma revista!”

Escobar ficou eufórico. No estúdio, comportou-se como se tivesse feito aquilo a vida toda. Passou o resto da semana imaginando o resultado.


 

 

Quinze dias depois, quando sua dona apareceu com a revista impressa, ele não acreditou no que viu.

Era uma absoluta falta de respeito. Mas então já não havia volta....

 

 



Escrito por Índigo às 09h11
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Escobar tinha desejos


Escobar admirava os gatinhos de calendário americano. Com sua índole calma e serena, ele queria ser retratado assim. Um retrato que capturasse sua alma tranqüila. Mas sua dona achava essas fotos supercafonas. Ela preferia fotos como essa:

 

 Escobar se sentia ridículo, mas mesmo assim satisfazia as vontades da dona.



Escrito por Índigo às 09h01
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A infância de Escobar


Escobar era apenas um filhotinho quando seus irmãos começaram com brincadeiras muito loucas.




Escrito por Índigo às 11h50
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Escobar



Escobar, um gato calmo, fica indignado com o comportamento dos felinos.



Escrito por Índigo às 09h21
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Amigos da Valentina



Escrito por Índigo às 10h34
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Kung cat


Valentina entra no espírito Kung Fu!



Escrito por Índigo às 08h46
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Tuc

 

Ok, eu já havia recebido minha arma, e aprendido os movimentos de ataque e defesa, mas mesmo assim, foi um susto quando um faixa preta chegou pra mim, do nada, e disse: “ vamos lutar”.

-        Agora?!

-        Claro, agora.

-        Lutar de verdade? Eu contra você?

-        A-hã.

Então ele pegou um bastão e apontou pra minha cabeça.

-        Mas eu não sei lutar.

-        Você não acabou de aprender a seqüência de ataques e defesas?

-        É... mas... sei lá.

Não tive tempo de me explicar melhor porque nesse instante ele deu uma bastãozada na minha cabeça e eu saí lutando.

Acho que no fundo sou como com aqueles bonequinhos de dar corda. Às vezes, mesmo que você tenha dado corda, ele fica lá, paradinho. Mas se você der um tuc na minha cabeça, eu luto, escrevo livros, faço traduções.  



Escrito por Índigo às 08h32
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Minha primeira arma

 

Meu querido diário:

 

Ontem aprendi a seqüência básica de bastão. Ganhei minha primeira arma. Claro que por enquanto é tudo teoria. Mas em breve espero poder golpear pessoas na rua. Por enquanto estou me concentrando em não quebrar meu nariz e também em não acertar minhas canelas. Ah, também tenho me esforçado para não acertar os olhos da Kill Bel. Ela usa óculos e eu não gosto nem de imaginar. O professor também pediu para eu ficar longe do espelho, porque custa caro.

 


Na minha academia a gente treina de camiseta



Escrito por Índigo às 09h50
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Mas não é impossível...

 

 

É possível comprar meus livros pela internet. CulturaFnac...

Ou diretamente das editoras. 

www.girafinha.com.br

www.hedra.com.br



Escrito por Índigo às 10h27
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Se você está pensando em comprar um livro meu...

Esses dias recebi email de uma leitora que queria comprar um livro meu. Qualquer um. Apenas uma leitora interessada em ler um livro, não o blog. Admirável. Pois bem, mas o email era sobre sua peregrinação. Em Santos ela teve de ir a 6, sim, seis, livrarias e não encontrou nenhum livro meu! Então ela seguiu até São Sebastião e mesma coisa. Nadica. Não que ela estivesse procurando um livro específico. Qualquer livro de minha autoria servia.

Agora, enquanto escrevo esse post, estou ao mesmo tempo me perguntando. Será que eu devia contar essa história, pra começo de conversa? Isso não queima meu filme? Não fica parecendo que sou um fracasso total como escritora? Pode ser. Mas ao mesmo tempo, penso que talvez isso tenha acontecido com outros leitores. Então fica a seguinte mensagem, na verdade um pedido.

 

“Queridos leitores:

Por favor, não desistam de mim. Eu tenho fé que algum dia meus livros estarão nas livrarias. Acho que não é pedir demais. Da minha parte, não vou desistir. Creio que no meu caso, vou vencer pelo cansaço. É uma batalha. Sempre foi... Hei!”

PS - No fim, para não perder a viagem, ela comprou livros de outros autores. Eu entendo, faria o mesmo, mas que dói, ah... dói.



Escrito por Índigo às 09h56
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