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O que é o avestruz?
1) Uma forma de vida que poderia ter sido você.
2) Um pássaro que nos olha nos olhos.
3) Um petisco de dinossauro que foi deixado para trás.
Escrito por Índigo às 08h20
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O que é o ex-namorado?
1) Um pedaço nosso que morreu, mas continua andando por aí.
2) Uma espécie de mãe.
3) Uma camiseta que virou pijama.
Escrito por Índigo às 08h50
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O que é o dinheiro?
1) A maneira que o homem encontrou para sempre ter algumas folhinhas verdes no bolso, sem com isso causar dano às árvores.
2) Uma invenção de Deus para promover a solidariedade cristã.
3) Uma substância volúvel, volátil e muitas vezes invisível, na qual acreditamos assim mesmo.
Escrito por Índigo às 08h52
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O que é a paixão?
1) Uma coceira insuportável que forma casquinha. Se você cutucar, deixa marcas.
2) Um objeto que cai, ao acaso, na cabeça das pessoas.
3) Um tipo de transplante que permite que a gente abandone nosso corpo por longos intervalos de tempo.
Escrito por Índigo às 08h36
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O que é o ser humano?
1) Uma peça de carne vermelha com folículos capilares no topo.
2) Uma criação da igreja católica.
3) Um meio de transporte para almas.
Escrito por Índigo às 08h19
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O que é o que é:
O que é um escritor?
1) Escritor é alguém que acha que o mundo precisa saber o que ele pensa.
2) Escritor é alguém que em vez de sair e viver, como todo mundo, fica inventando outras vidas, que ele também não vive.
3) Escritor é alguém que, quando criança, foi humilhado no curso de piano.
O que é um poeta?
1) Poeta é alguém que acha que as pessoas entendem o que ele quer dizer.
2 ) Poeta é alguém que dá muito mais enteres que os escritores normais.
3) Poeta é uma pessoa que, na época do colégio, foi expulso da banda.
Escrito por Índigo às 08h28
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O prazer da escrita programada
Eu achava que era coisa de profissional. Não apenas profissional, mas de americano. Na minha imaginação, só um americano numa cabana em Dakota conseguiria planejar seu livro capítulo por capitulo. Ele teria uma lareira num canto. E um chocolate quente. O escritor acorda e vê a programação. Capítulo 23: filho adolescente tenta suicídio pela segunda vez.
Boceja. Ok. Abre o arquivo e começa a escrever sobre Mike, que acaba de encontrar um pedaço de corda no porão. Dessa vez será por enforcamento. O escritor trabalha até a hora do almoço. Deixa para enforcar Mike na parte da tarde.
Agora cá estou, escrevendo um livro planejado capítulo por capítulo, com cronograma e tudo. Próximo passo é a lareira num canto.
Escrito por Índigo às 09h42
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Minha estréia nos quadrinhos
Não. Não desenho. Mas faço roteiros de HQ. Fiz vários já, que nunca dão em nada. Ah, e pra desenho animado também. São os únicos tipos de roteiro que realmente gosto de fazer: HQ e desenho animado.
Agora, finalmente, saiu meu primeiro trabalho nessa área. É uma adaptação. Peguei o “Memórias de um Sargentos de Milícias”, aquela história rocambolesca e afetada, e a transformei em quadrinhos agradáveis.
Se você tiver de ler para o vestibular, essa é uma oportunidade imperdível! Agora, nas melhores livrarias, “Memórias de um Sargento...” ilustrado, melhorado e quadrinizado!
 Conto de: Manuel Antônio de Almeida Roteiro: Índigo Arte: Bira Dantas Cores: Murilio DNA e Caio Freitas Editora: Escala Educacional
Escrito por Índigo às 10h04
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Quem tem medo de Guimarães Rosa?
Um amigo me dizia que se eu chegasse na página 60 de “Grande sertão: veredas” eu não parava mais. Ele jurava que da 60 pra frente era bom. Há alguns anos estou tentando chegar na 60. Quando começa discussão de Guimarães, em mesa de bar, eu vou ao banheiro, vou dizer um oi pra sei lá quem. Eu não conseguia. Me dava tontura, sede, impaciência, moleza. Não chegava. Fechava o livro e ficava triste. Não é pra mim... Achava-me tão burrinha.
Ontem cheguei lá e segui em frente, e li mais, e mais, e não conseguia fechar o livro! Não passei mal, não morri de tédio. Estou lá, no meio do sertão, lendo como se fosse um livro normal, sem sofrimento. Vai ver não sou tão burrinha assim.
Escrito por Índigo às 09h32
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A descoberta de Clave Backster
Clave Backster trabalhava no departamento de polícia. Mais especificamente, na função de aplicar testes com o detector de mentiras. O ano era 1966. Clave estava de bobeira na delegacia, quando teve uma idéia aparentemente idiota. Pegou um dos eletrodos do seu aparelho e o grudou na folha de uma planta que ficava ali no canto. A idéia era apenas aparentemente idiota, pois o aparelho começou a registrar oscilações emocionais, como teria feito se fosse ligado a um ser humano.
Clave gostou disso.
Dias depois ele recrutou cinco voluntários para uma experiência. Um deles foi sorteado para entrar numa sala onde havia duas plantas da mesma espécie, plantadas em vasos separados. O voluntário devia escolher uma delas e pisoteá-la até destruí-la completamente. Então ele deixava a sala.
Assim foi feito.
Em seguida Clave colocou eletrodos na planta sobrevivente e pediu para os voluntários, um de cada vez, entrarem na sala, ficarem um pouquinho e saírem. Quando chegou a vez do voluntário-assassino, o aparelho acusou uma oscilação frenética.
Escrito por Índigo às 08h19
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Três breves conversas com Antônio Prata ao longo da noite
A primeira:
“Índigo, saia do meio da rua. Você vai ser atropelada. Fora que... não está pegando bem você ficar aí.”
Eu estava sentada no meio da rua e não tinha percebido. Não mesmo. Obrigada, Antônio.
No banheiro:
“O que você escreveu sobre a bíblia?”
“Nada de mais. Eu abria a bíblia e copiava uns trechos. Copy paste”
“Velho testamento?”
“Claro.”
“Aquele Deus era muito louco.”
“Bota louco nisso.”
No fim da noite:
“Vou entrar no seu blog. É Penélope, né?”
“Não, é odalisca.”
“Ah, sabia que era algo assim...”
Escrito por Índigo às 10h43
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A saudável neurose dos jardineiros
Ontem recebi várias sementinhas vindas lá de Brasília, enviadas por uma leitora deste blog, a querida Jane Malaquias. Como eu, ela quer deixar o planeta mais verde. Por isso mandou as sementinhas.
Foi uma alegria encontrar o envelope na caixinha de correio. Principalmente porque naquela hora eu estava voltando de uma aula prática de sementeiras.
Mas alegria maior foi abrir o embrulho e ver o cuidado com o alinhamento:

Ultimamente tenho convivido bastante com jardineiros profissionais. Não perguntei, mas algo me diz que são todos virginianos. Quem já viu um armário de ferramentas de jardineiro profissional, sabe do que estou falando. Tudo é guardado na mais perfeita ordem: organizado, rotulado, classificado, limpo. Nunca vi gente mais metódica. Ai, ai... Nada como encontrar a nossa turma!
Escrito por Índigo às 08h30
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Livro novo

Ontem estava andando na rua quando ouço alguém gritar:
“Passa lá que o boneco tá pronto!”
Boneco é a prova final do livro. Lá é a editora, e quem gritava era meu editor. Fui correndo e lá estava: “Casal Verde”, meu primeiro livro infantil. Um xodozinho. Pego o meu exemplar e volto pra casa correndo. Há semanas estou lendo e relendo “Casal Verde”, mas a Leitura do Livro Pronto é outra coisa. Primeiro eu tenho de tomar um banho. Não lavo a cabeça. Coloco uma roupa qualquer e me deito no sofá da sala. Pego o livro e decifro a capa, como faria com um livro que acabei de comprar na livraria. Então leio com esses olhos: de quem acaba de chegar da livraria, tendo aquele livro como o companheiro para aquela noite. Não estou preocupada em encontrar erros, conferir o ritmo, incongruências. É apenas uma leitura prazerosa. E, tchan-nan! “Casal Verde” passou no teste! É minha estréia na literatura infantil. Ainda vai levar um tempinho pra ele chegar às livrarias. Quando chegar, aviso!
Escrito por Índigo às 08h06
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Hoje terminei um livro
São 8:45 da manhã e eu terminei de escrever “Um Dálmata Descontrolado”. Agora ele vai para as mãos do meu Leitor Número 1, um homem cruel, frio e brilhante, que devolverá o livro todo rabiscado, listando todos os defeitos e problemas narrativos. Então eu vou passar um par de dias dizendo que meu Leitor Número 1 na verdade é um sádico que no fundo odeia tudo que eu escrevo e só concorda em ler meus originais pelo prazer de acabar comigo e que, além de tudo, não entende nada de literatura.
No terceiro dia vou resolver que não preciso da opinião de ninguém. Chamarei meus amigos escritores para uma cerveja e passaremos a noite discutindo os bastidores da literatura enquanto nos achamos geniais.
No quarto dia vou abrir o original riscado e fingir que o livro não é meu. Isso será bom, pois no quinto dia vou começar a achar que Leitor Número 1 tem razão, e que aquilo que escrevi é apenas um rascunho. No sexto dia ficarei depressiva e daqui a uma semana vou perceber que ainda tenho muito o que reescrever.
Mas, por hoje, estou feliz por ter terminado um livro.
Escrito por Índigo às 08h20
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Sobre este blog
Ontem estava respondendo algumas perguntas para uma entrevista e... lá veio: “Seus blogs são em maioria temáticos... Você também tem uma disciplina surpreendente...”
Falei então sobre meus “73” isso e aquilo, e como foi divertido fazê-los. Falei sobre a disciplina de escrita diária, dentro de um tema pré-estabelecido. “Eu tinha medo de blog. Medo de não saber o que fazer com aquilo. A série 73 foi uma maneira de ter uma programação fixa, sem risco.”
Até que cheguei no Diário da Odalisca, essa coisa sem tema, livre, que se baseia nas minhas experiências de vida e que, como eu sempre soube, me dá medo porque tem dias em que não sei o que fazer com isto. Mas daí tem a disciplina e o compromisso com os leitores. Disse outra coisa na entrevista que é bem verdade. A única razão de ser deste blog são os leitores. Eu me sinto responsável por vocês (horrível escrever isso), mas é como se vocês fossem uma roda de criancinhas esperando pela historinha do dia. Como eu poderia deixar vocês assim, chupando dedo, tristonhos?
Escrito por Índigo às 08h38
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Lêndea & Supérfluo
Se eu tivesse uma menina, colocaria o nome de Lêndea. Se fosse menino, Supérfluo. São duas palavras que acho lindas e que, coincidentemente, caíram em desuso. São palavras da minha infância. Faz tempo que não ouço falar em lêndeas ou piolhos, mas isso é até bom. Quanto ao supérfluo, é preocupante que não o ouça mais. Ele vinha muito da boca das freiras da escola, que falavam também em desperdício, consumismo, extravagância. Eu sempre parava para me perguntar se algo era supérfluo ou não. Outro dia ele voltou. Eu estava numa reunião e alguém mencionou que aquilo era supérfluo. Foi como um velho amigo que resolve dar as caras. Vou usá-lo mais por aí. Quem sabe ele reconquista seu lugar. Ele não é mais supérfluo.
Escrito por Índigo às 17h57
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Composto de nitrogênio
É isso o que estou fazendo aqui, ultimamente: composto de nitrogênio. É como fazer lasanha vegetariana para Gulliver em Liliput. Ontem passei a tarde aprendendo a receita. Ela deve ter 2 metros de largura por 4m de comprimento e 2m de altura. Primeiro a gente começa com uma camada de folhas verdes e maduras (misturadas), depois vai uma de esterco de galinha, depois terra. No meio um tubo de PVC que servirá de chaminé. É importante manter a pilha sempre úmida. Dentro de 90 dias isso terá virado um adubo poderoso que usarei na plantação de árvores. Sim, esse composto já tem uma finalidade certa. E eu, um plano que começo a colocar em prática.
Resolvi que não vou me conformar com o aquecimento global. Temos várias maneiras de combater a crise e a primeira é espalhando árvores pelo mundo. Mais detalhes sobre o plano de batalha amanhã, neste mesmo canal.
Escrito por Índigo às 09h04
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O que eu estou fazendo aqui?
Tem dias em que acordo e me pergunto o que estou fazendo aqui que não estou na Amazônia, amarrada a uma árvore, fazendo alguma coisa pelo planeta?
Eu sou uma dessas pessoas que não tem nada a perder na vida. Poderia ir e me amarrar. Ninguém ia me impedir. Provavelmente eu morreria queimada. Sairia em alguns jornais e pronto. Ou então não sairia em jornal nenhum. Eu teria de deixar um texto pronto no computador. E caso eu não voltasse até tal dia, pediria para algum amigo publicar para mim, dizendo que o objetivo foi alcançado. E seria o fim do blog.
Mas a verdade é que eu não vou me amarrar numa árvore na Amazônia. Resolvi fazer algo por aqui mesmo. Antes tivesse ido. Aqui é infinitamente mais difícil.
Escrito por Índigo às 08h28
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A Fantástica Lojinha Natureba Radical
Certo dia Karen disse que eu precisava rever a maneira como me comportava enquanto habitante do planeta. Ela usou essas exatas palavras. Disse que a primeira coisa a fazer era um passeio pela Fantástica Lojinha Natureba Radical. Tudo era vendido a granel, e você tinha de levar sua própria embalagem. Ali a lei era: não basta reciclar, é preciso parar de produzir excesso. Curti a idéia. A pasta de dente ficava num galão e era vendida por quilo. Comprei um pote de geléia cheio da pasta, que era marrom. Para colocá-la na escova, eu usava uma colherinha de café.
O papel higiênico era feito de papel reciclado. Isso não foi nada legal.
O xampu eu comprei em litro, que levei numa garrafa PET. Em casa transferi para embalagens menores (caçulinhas). Meu cabelo ficou um pouco duro; mas o mundo, melhor. Então valeu a pena.
Só não encontrei absorventes higiênicos. Karen explicou que era pra substituir por toalhinhas, que eu poderia lavar e reutilizar. Nesse ponto fui reprovada como habitante do planeta.
Escrito por Índigo às 08h15
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No café Índigo
Tudo começou há muitos anos, quando eu nem escrevia ainda. Eu era gerente de um café em Mankato, Minnesota. Esse café se chamava Índigo. Sim, é daí que vem o pseudônimo. Meu trabalho inicial era reformular totalmente o café, que andava meio caído. Minha assistente era a Karen, uma ecologista maluca que se amarrava na porta do Mc Donalds para eles não poderem abrir sem rasgar seu corpo ao meio. Influenciada por Karen, desde aquela época eu tenho adotado algumas práticas ecológicas. Uma delas é o combate a copos descartáveis.
No Café Índigo a gente vendia canecas que os clientes amarravam à mochila. Virou moda. Quando iam ao café, servíamos cada cliente na sua própria caneca, evitando assim contribuições para a montanha mundial de lixo. Discutíamos muito a Montanha Mundial de Lixo enquanto bebericávamos capuccinos como se fôssemos consultores da ONU.
 A tal caneca na sua função atual
Escrito por Índigo às 07h49
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De volta à minha vidinha
Tudo bem. Vocês não gostaram dos meus estudos bíblicos e já estavam reclamando dos meus diários. Meu sonho é algum dia conseguir ignorar completamente meus leitores, escrever o que estou a fim e pronto. Mas esse dia ainda não chegou.
Então, chega de séries. Vou voltar à minha vida e contar algumas historinhas que eu devia ter contado há tempo. Vamos a elas. Com vocês... “Minha luta particular pela preservação da natureza: um ato de heroísmo, dedicação e constrangimento constante”.
Escrito por Índigo às 07h47
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O rolo ingerido
Narrado originalmente por Ezequiel
O Senhor me disse: “Abra a tua boca e come tudo quanto te dou”. E eis que uma mão foi enviada a mim, na qual se achava um livro enrolado: e o abriu diante de mim, o qual estava escrito por dentro e por fora. E o Senhor me disse: "Come esse volume e pondo-te a caminho vai falar aos filhos de Israel”. Eu abri a minha boca, e ele me deu a comer aquele volume e me disse: “Filho do Homem, o teu ventre comerá e encher-se-ão as tuas entranhas deste volume”. E eu comi. E na minha boca ele tinha gosto de mel.
Escrito por Índigo às 08h37
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Impedimento ao sacerdócio
Disse Deus a Moisés:
Se um homem da tua raça tiver qualquer deformidade, não poderá oferecer pães ao seu Deus, nem chegará ao ministério do seu altar.
São deformidades:
1) se for cego
2) se for coxo
3) se tiver nariz muito grande
4) se tiver nariz muito pequeno
5) se tiver nariz torcido
6) se tiver pé ou mão quebrados
7) se for corcunda
8) se for remelento
9) se tiver sarna
10) se tiver algum tipo de hérnia.
Escrito por Índigo às 08h07
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