7 de janeiro de 1985

Diariozinho:

 

Hoje de manhã fui levar a Flávia ao clube para ela participar da Super Férias.

De tarde, eu, a Marina, a Cecília e a Flávia fomos ao cinema assistir “Os muppets conquistam Nova York”. Depois a Flavinha ficou em casa e nós fomos ao Shopping. Comemos 2 sorvetes, 1 cachorro quente, 1 batatinha, 1 coca-cola e 1 chiclete cada uma. Fomos jogar fliperama e eu deixei meu recorde marcado lá (durante pouco tempo). Voltamos para casa e insistimos para a Cecília dormir aqui, mas ela não quis.



Escrito por Índigo às 09h03
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6 de janeiro de 1985

Meu Diário

Hoje acordei cedo e fui para o Círculo Militar. Eu e a Marina nadamos durante um tempão na piscina olímpica.

Eu nadei 300 metros. Melhor, 100 metros. Bem, para ser mais exata, 50 metros.

Depois nós encontramos a Cláudia. Ela é um barato.

À tarde fui ao encontro de jovens. Hoje, como o Carlão que é o professor faltou, ficamos só batendo papo. Tem um garoto lá lindo de morrer. E tem outro que fica dando em cima de mim. O que que eu faço?



Escrito por Índigo às 09h30
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Aos 13

O caderno dos 11 anos acabava aí. Nesta fase, assim que começavam as aulas eu parava de escrever. Com 12 anos não escrevi nada. Voltei a escrever aos 13. Agora estamos em 1985.

Alguns leitores mandaram mensagens dizendo que essa transcrição está maçante. Pensei, pensei e resolvi que vou continuar por mais um tempo. Peço um pouquinho de paciência.



Escrito por Índigo às 09h30
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2 de agosto de 1983

Diariozinho

 

Acabaram as férias! Acabou mesmo. Hoje foi meu primeiro dia. Que saudades eu estava do colégio! Foi uma aula tão gostosa. Pena que eu levei todo o material errado. Eu pensei que hoje fosse segunda, mas é terça, então levei o material trocado.

De tarde eu fui ao dentista. Demorou tanto para ele me atender que eu até fiquei desanimada.

Agora à noite está um frio danado, mas eu estou aqui quentinha debaixo das cobertas.



Escrito por Índigo às 09h27
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1 de agosto de 1983

Queridíssimo Diário:

 

Hoje acordei preocupadíssima! Afinal, as aulas vão começar. Coloquei todas as tarefas em dia, coisa que eu não fazia há muito tempo. Depois fui assistir “Sítio do Pica-pau Amarelo”. Almocei tarde.

À tarde fui ao ballet. A professora me elogiou. Disse que eu sempre estico a ponta. Ela também mandou comprar uma sapatilha de ponta. Oh! Quanta emoção!

Depois do ballet fui ao cinema assistir “O Cangaceiro Trapalhão”. Foi “super legal”!

 

Duas pequenas observações

Primeiro:

Nesse dia a aula de ballet foi com a Cláudia Raia. A minha professora regular era a irmã dela, a Olenca ou Odete (não lembro exatamente). Mas nesse dia ela foi substituir. Em toda a academia ela tinha fama de ser brava e chata. Na verdade ela só detestava dar aula para um bando de fedelhas. Então, quando ela se dignou a elogiar meu pé, foi algo muito especial.

Segundo:

“Super legal” está entre aspas porque na escola a regra era colocar gírias entre aspas. E, acreditem, superlegal era gíria. Aliás, fazer de superlegal uma palavra só devia ser pecado.



Escrito por Índigo às 10h03
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28 de julho de 1983

Diariozinho:

 

Hoje de manhã eu e a Flávia passamos a manhã brincando. Eu devia mesmo é terminar a lição de “Estudos Sociais”, mas sabe como é...

Depois fui ao Carrefour. Minha mãe vai lá porque ela acha que lá é mais barato. Eu quis comprar um disco, mas a minha grana não deu, e minha mãe não me emprestou.

De tarde fiquei em casa feito tonta, sem saber o que fazer.



Escrito por Índigo às 09h12
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27 de julho de 1983

Querido Diário:

 

Hoje foi um daqueles dias chatos. De manhazinha eu fui até uma loja de camas para comprar uma cama para mim. Afinal, falta um mês para a gente mudar para a outra casa. E no meu quarto na outra casa não teria mobília se eu não tivesse comprado a cama. Ele é muito bonitinha, ou melhor: linda!

Mas na verdade não foi por isso que minha mãe comprou uma cama para mim. É porque minha vó vem passar um mês aqui em casa.

 

Apêndice

Não quis nada rosa porque era coisa de menininha tonta. Vermelho era a cor da minha prima, a do pé quebrado. Ela tinha um quarto todo vermelho, com uma colcha xadrez superlegal, vermelha e branca. Escolher vermelho para minha cama seria como roubar um namorado. Vermelho era a cor da Cecília e não se falava nisso.

Azul era de menino. Amarelo era sem graça. Escolhi verde abacate. Achei que era uma cor de personalidade. Em menos de um mês já estava arrependida. Mas então não tinha volta. Tudo no meu quarto era verde. Passei a comprar vestidos verdes. Eu era bastante severa comigo.



Escrito por Índigo às 09h20
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Correção

Ontem, fazendo contas, percebi que nesses escritos eu tinha 11 anos de idade e não 12, como havia falado.



Escrito por Índigo às 09h20
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26 de julho de 1983

Querido Diário

Hoje minha mãe teve de fazer mil coisas: pagamentos, negócios, compromissos, etc... Eu e minha irmã ficamos em casa feito bobas. De tardezinha, de tanto eu encher a minha mãe, ela me levou até a casa da minha prima. Também, coitada da minha prima. Quebrou o pé! Então fui lá, fazer uma visitinha para o pé da minha prima. Voltei tão tarde que caí direto na cama.



Escrito por Índigo às 09h38
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7 de julho de 1983

Meu Diário

Hoje de manhã eu andei de barco. Depois fui a uma missa de agradecimento. Fui também ao cemitério para ver melhor como é. Tentei abrir um túmulo, mas estava cimentado. Na hora do almoço fomos ao parque florestal e lá fizemos um piquenique. A tia fez uma brincadeira e eu fui a campeã, então todo mundo me elogiou. Depois voltamos para Campinas.

 

Apêndice

Era uma brincadeira de coordenação. Durante essa temporada em Campos do Jordão comecei a ter certeza de que eu era bem esquisita se comparada às outras meninas. Aquela era a última brincadeira da viagem. Eu precisava ganhar. Era a única maneira de provar que eu tinha algum tipo de mérito. Nem que fosse coordenação motora. Então eu me concentrei como se minha vida dependesse daquilo. E ganhei. Pude voltar para Campinas me sentindo um pouquinho melhor. Claro que abrir túmulos de cemitério não ajudava na minha socialização. Curiosamente, nessa época eu não associava uma coisa com a outra.



Escrito por Índigo às 08h39
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5 de julho de 1983

Diariozinho:

Hoje bem cedinho saí de Campinas e fui para Campos do Jordão. Em Campos, a primeira coisa que fiz ao chegar foi escalar uma montanha. Depois fiz umas comprinhas. Eu vim para Campos com uma excursão só de meninas. De noite eu e minhas amigas ficamos cantando. Depois fomos à missa. Finalmente fui dormir.

 

Apêndice
Era um acampamento de padres salesianos com um peculiar senso de humor, a detalhar melhor nos próximos dias. Éramos mais de cem meninas entre 9 e 13 anos de idade. O quarto em que fiquei devia ter umas 30 camas inglesas, daquelas com cortina, como as de Hogwarts. As meninas que iam pelo segundo ano juravam de pé junto que o casarão era assombrado. Tinham relatos. Aconselhavam dormir com o pé junto ao corpo, pois havia casos de meninas que sentiram um puxão no pé, no meio da noite.

Nesta montanha que escalei havia um teleférico. Por alguns minutos fiquei parada lá no alto, empacada na cadeirinha. Pensei então que havia vivido mais de uma década, o suficiente para entender o sentido de o que é estar viva. Agradeci a Deus e disse a Ele que se eu morresse então, por mim estava bom. Agradeci por ter vivido uma década inteira. 



Escrito por Índigo às 08h59
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Diários passados a limpo

Encontrei minha próxima série, que pode durar o ano inteiro, se funcionar. Grande parte da minha crise foi detonada por Ivana Arruda Leite. Ela está com um blog sensacional. Está contando sua vida através de fotografias antigas. Fiquei morrendo de inveja. Mas aquilo só funciona com as fotos dela, no blog dela, com o texto dela.

E eu aqui, pensando no que fazer com o meu blog. Então tive um plim! Meus diários!

Há algum tempo estou querendo transcrever tudo para o computador. É o tipo de tarefa monótona que fico postergando. Mas se eu fizer desta tarefa chata material para meu blog, daí a coisa muda. Pois aí está. Bem-vindos à minha vida aos 12 anos de idade, quando comecei meu primeiro diário.

E meu mais sincero agradecimento à Ivana, eterna fonte de inspiração.



Escrito por Índigo às 08h58
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Ajude uma escritora

Admito que este blog já foi melhor. Eu ando meio sem inspiração para ele. Mas isso acontece por um ótimo motivo. Estou escrevendo o que realmente importa: livros. Nesses primeiros 18 dias de 2007 já escrevi mais do que escrevi em 2006 inteiro.

Então, se vocês tiverem alguma idéia para uma série, ou algum pedido especial de coisas que gostariam que eu contasse aqui, por favor, mandem sugestões. Será uma ajuda e tanto. Assim eu continuo alimentando esse monstrengo, vocês terão seus textinhos diários, todos seremos felizes.



Escrito por Índigo às 09h52
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A gata e o mouse



Escrito por Índigo às 15h33
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Vida vegetariana

Depois de 40 dias sem comer carne vermelha acordo no meio da noite com o coração saindo pela boca.

Sonho com bois que correm atrás de mim. Subo numa árvore, mas o boi alcança. Arranca um pedaço do meu ombro e mastiga de boca aberta, deixando escorrer meu sangue. Ele vai embora e eu fico trepada na árvore, sem um naco de ombro, o osso aparecendo.

Sei que agora virão outros bois, atraídos pelo cheiro.



Escrito por Índigo às 09h11
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Fenômenos amorosos

Acontece um fenômeno interessante com este blog. De vez em quando escrevo algumas coisas aqui que, sei lá por que, provocam verdadeiras enxurradas de fãs apaixonados. Eles mandam declarações direto para o meu email. Não utilizam os comentários.

Várias vezes já tentei associar o texto com a reação apaixonada. Mas não existe padrão. Posso ter escrito sobre geladeira vazia, crise de escritora ou uma obsessão qualquer. Deve ter mais a ver com conjunção astral, pois nunca é um caso isolado. Além do mais, se fosse poder do texto, eu poderia explorá-lo melhor. Correção: poderia explorá-lo.



Escrito por Índigo às 11h42
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Os poderes ocultos de Valentina

Certa vez, um técnico da Telefônica estava aqui tentando resolver algum pepino de Speedy quando uma almofada adquiriu vida e pulou. O homem quase enfartou. Foi lindo.


Gato ou almofada?

 



Escrito por Índigo às 08h23
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Lições de elegância

Valentina estava em casa há poucas semanas. Tinha 3 meses e parecia um míssil atômico. Dava um negócio nela, talvez felicidade, que fazia com que ela corresse pelo apartamento inteiro, em círculos. Até que no meio desse frenesi ela não conseguiu brecar e voou pela janela. Encontrei-a no térreo, meio zonza, mas completamente recomposta. Quando voltamos ao apartamento, ela se recolheu para um canto e pronto. Não quis falar sobre isso. Esta foi apenas a primeira lição de elegância que ela me deu.



Escrito por Índigo às 10h28
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Diário de Valentina

É por isso que não posso trocar meu computador por um laptop. Onde ficaria Valentina?



Escrito por Índigo às 13h59
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Mãe e filha

 

-         E o seu namorado?

-         Pirou.

-         Pirou como?

-         Pirou, ué. Está lá, pirado. Um dia estava normal, no outro anormal. Pirou.

-         E daí?  Olha aí o seu pai! Quantas vezes ele já pirou, e eu não continuo aqui?



Escrito por Índigo às 08h56
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Saldão de idéias

No meu computador tenho um pasta onde salvo textos que comecei e não foram para lugar algum. Seu nome é “fetos”. Os que evoluem vão para a pasta “avulsos”. Durante o fim de semana, fazendo uma limpeza nos fetos, encontrei algumas idéias que não vou usar, mesmo. É de quem pegar:


1)     Uma menina que é amaldiçoada na feira pela japonesa da barraca de pastéis. A japonesa ergue a escumadeira e lança a gordura, que contém a praga.
(daria uma história em quadrinhos, talvez)

 

2)     Uma mulher que aluga um apartamento. Mas na hora de assinar o contrato, o corretor diz para ela não abrir o armário debaixo da pia. Ela topa. No começo consegue viver sem saber o que tem lá. Depois aquilo vira um tormento.
(possível romance psicológico, meio anos 60)

 

3)     Uma mulher que, preocupada com o lixo mundial, pára de usar modess e busca uma solução menos poluente. Ela também tenta convencer as amigas que têm filho que usem fralda de pano.
(quanto muito um conto, de preferência em terceira pessoa)



Escrito por Índigo às 09h35
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As últimas verdades de 2007

Cinco coisas que antes eram inimagináveis:

 

1 – Dobrar livro ao meio como se fosse gibi barato

2 – Andar com celular ligado


3 – Ir de carro à padaria


4 – Escrever depois das 19h


5 – Culpar meu marido por não ter pago a conta do telefone, quando não tenho um.



Escrito por Índigo às 13h49
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Mensagens do faroeste

Como em todo tipo de música, na country também tem muita porcaria no meio. Ontem encontrei uma rádio de Country Trash. Deixo aqui uma livre tradução dos melhores trechos de 3 canções:

 

Balada do Bush

“Alguns dizem que nosso país está procurando briga, mas eu digo que depois de 11 de setembro, estamos mesmo. Você se esqueceu das torres? Você se esqueceu da sensação? Mas eu fui pra guerra e posso te dizer que nossos soldados não se esqueceram do motivo pelo qual eles lutam. Você se esqueceu? Você se esqueceu?”

 

Balada do fantasminha que retorna de Bagdá

“Eu nunca imaginei que depois da vida que vivi eles me trariam para essa colina. Ah... Eles entregaram uma bandeira dobrada para minha mãe e ela chorou. Mas eles disseram que eu tinha sido um orgulho para a nação. Então eles me colocaram a poucas pedras de meu pai, e ele sabe que estou aqui. E é aqui que quero estar. Agora podemos descansar em paz, somos os escolhidos. Não chore por nós.”

 

Esta é mais universal. Válida de Pindamonhangaba a Iowa.

“Eu achei que comprando esse vestido seria aposta certa para romance hoje à noite. Achei que comprando esse salto alto você se levantaria da poltrona. Eu chego do trabalho, mas a sua cerveja fala mais alto. Fala mais aaaaaaal-to!”

 



Escrito por Índigo às 08h46
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Verdades cruas de 2007

Cinco coisas que, surpreendentemente, descobri que gosto:

1. Música country americana

2. São Paulo cheia

3. Novela da Globo

4. Ouvir minha vizinha berrando com a filha

5. Programa do Pai Joaquim na Rádio Universal.



Escrito por Índigo às 10h17
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Verdades de ano novo

Todo começo de ano, ao começar uma nova agenda, faço um balanço dos números de telefone. Alguns amigos simplesmente não passam de ano. Eis o balanço de 2007.

 

A

Entraram: 2

Saíram: 1

 

B

Entraram: zero

Saíram: 2

 

C

Entraram: 2

Saíram: 4

 

D

Entraram: 2

Saíram: 5

 

E

Entraram: 2

Saíram: 3

 

F

Entraram: 2

Saíram: 1

 

G

Entraram: 2

Saíram: zero

 

H

Sem alteração

 

I

Entraram: zero

Saíram: 2

 

J

Entraram: 2

Saíram: 2

 

K
Não tenho amigos com K



Escrito por Índigo às 14h10
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L
Entraram: 3

Saíram: 5

 

M
Entraram: 4

Saíram: 5

 

N

Sem alteração

 

O

Entraram:1
Saíram: 1

 

P
Entraram: zero

Saíram: 2

 

Q

Não tenho amigos com Q

 

R
Entraram: zero

Saíram: três

 

S
Entraram: 2
Saíram: 5

 

T
Entraram: 1
Saíram: 4

 

U

Não tenho amigos com U
 

V
Não tenho amigos com V

 

W

Sem alteração

 

X
Entraram: zero

Saíram: 1

 

Y

Não tenho amigos com Y

 

Z

Entraram: zero

Saíram:1

 



Escrito por Índigo às 14h08
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